Curta metragem: E agora solidão…

Mais um curta metragem que tive a oportunidade de participar, desta vez no papel do protagonista. Carlos, é um cara mulherengo, que adora curtir as noitadas nas baladas da cidade, e dá pouca importância para sua namorada Juliana. Mas o destino reserva duras provas para Carlos e Juliana, que se veem amarrados em uma situação bastante delicada e de difícil aceitação.

A produção do filme é de Fábio Tancreda e Márcio Dias, e o roteiro e direção são de Luis Plácido, que também produz um programa bastante interessante chamado Destino Portugal. Confiram!

ELENCO
Carlos – Mateus Lopes
Juliana – Juh Ferraz
Amigo – Fábio Tancreda
Motorista – Márcio Dias
Amante – Luis Plácido
Mulheres – Dri Cassimiro, Denia Penny, Samira Duarte

Curta metragem: “Cante lá, que eu canto cá” de Patativa do Assaré

Este curta metragem é baseado na poesia “Cante lá, que eu canto cá” de Patativa do Assaré.

Neste curta eu tive a oportunidade de participar como ator e compositor da trilha sonora original. Foi um grande prazer poder participar deste trabalho, em parceria com duas amigas queridas que considero grandes artistas Taisa LiraAline Benedito, diretoras do filme.

O curta recebeu o prêmio de Melhor Direção Olhar Caiçara Independente no Curta Santos 2010!

Segue abaixo, na íntegra, o texto da poesia “Cante lá, que eu canto cá” de Patativa do Assaré.

CANTE LÁ, QUE EU CANTO CÁ

Poeta, cantô de rua,
Que na cidade nasceu,
Cante a cidade que é sua,
Que eu canto o sertão que é meu.

Se aí você teve estudo,
Aqui, Deus me ensinou tudo,
Sem de livro precisá
Por favô, não mêxa aqui,
Que eu também não mexo aí,
Cante lá, que eu canto cá.

Você teve inducação,
Aprendeu munta ciença,
Mas das coisa do sertão
Não tem boa esperiença.
Nunca fez uma paioça,
Nunca trabaiou na roça,
Não pode conhecê bem,
Pois nesta penosa vida,
Só quem provou da comida
Sabe o gosto que ela tem.

Pra gente cantá o sertão,
Precisa nele morá,
Tê armoço de fejão
E a janta de mucunzá,
Vivê pobre, sem dinhêro,
Socado dentro do mato,
De apragata currelepe,
Pisando inriba do estrepe,
Brocando a unha-de-gato.

Você é muito ditoso,
Sabe lê, sabe escrevê,
Pois vá cantando o seu gozo,
Que eu canto meu padecê.
Inquanto a felicidade
Você canta na cidade,
Cá no sertão eu infrento
A fome, a dô e a misera.
Pra sê poeta divera,
Precisa tê sofrimento.

Sua rima, inda que seja
Bordada de prata e de ôro,
Para a gente sertaneja
É perdido este tesôro.
Com o seu verso bem feito,
Não canta o sertão dereito,
Porque você não conhece
Nossa vida aperreada.
E a dô só é bem cantada,
Cantada por quem padece.

Só canta o sertão dereito,
Com tudo quanto ele tem,
Quem sempre correu estreito,
Sem proteção de ninguém,
Coberto de precisão
Suportando a privação
Com paciença de Jó,
Puxando o cabo da inxada,
Na quebrada e na chapada,
Moiadinho de suó.

Amigo, não tenha quêxa,
Veja que eu tenho razão
Em lhe dizê que não mêxa
Nas coisa do meu sertão.
Pois, se não sabe o colega
De quá manêra se pega
Num ferro pra trabaiá,
Por favô, não mêxa aqui,
Que eu também não mêxo aí,
Cante lá que eu canto cá.

Repare que a minha vida
É deferente da sua.
A sua rima pulida
Nasceu no salão da rua.
Já eu sou bem deferente,
Meu verso é como a simente
Que nasce inriba do chão;
Não tenho estudo nem arte,
A minha rima faz parte
Das obra da criação.

Mas porém, eu não invejo
O grande tesôro seu,
Os livro do seu colejo,
Onde você aprendeu.
Pra gente aqui sê poeta
E fazê rima compreta,
Não precisa professô;
Basta vê no mês de maio,
Um poema em cada gaio
E um verso em cada fulô.

Seu verso é uma mistura,
É um tá sarapaté,
Que quem tem pôca leitura
Lê, mais não sabe o que é.
Tem tanta coisa incantada,
Tanta deusa, tanta fada,
Tanto mistéro e condão
E ôtros negoço impossive.
Eu canto as coisa visive
Do meu querido sertão.

Canto as fulô e os abróio
Com todas coisa daqui:
Pra toda parte que eu óio
Vejo um verso se bulí.
Se as vêz andando no vale
Atrás de curá meus male
Quero repará pra serra
Assim que eu óio pra cima,
Vejo um divule de rima
Caindo inriba da terra.

Mas tudo é rima rastêra
De fruita de jatobá,
De fôia de gamelêra
E fulô de trapiá,
De canto de passarinho
E da poêra do caminho,
Quando a ventania vem,
Pois você já tá ciente:
Nossa vida é deferente
E nosso verso também.

Repare que deferença
Iziste na vida nossa:
Inquanto eu tô na sentença,
Trabaiando em minha roça,
Você lá no seu descanso,
Fuma o seu cigarro mando,
Bem perfumado e sadio;
Já eu, aqui tive a sorte
De fumá cigarro forte
Feito de paia de mio.

Você, vaidoso e facêro,
Toda vez que qué fumá,
Tira do bôrso um isquêro
Do mais bonito metá.
Eu que não posso com isso,
Puxo por meu artifiço
Arranjado por aqui,
Feito de chifre de gado,
Cheio de argodão queimado,
Boa pedra e bom fuzí.

Sua vida é divirtida
E a minha é grande pená.
Só numa parte de vida
Nóis dois samo bem iguá:
É no dereito sagrado,
Por Jesus abençoado
Pra consolá nosso pranto,
Conheço e não me confundo
Da coisa mió do mundo
Nóis goza do mesmo tanto.

Eu não posso lhe invejá
Nem você invejá eu,
O que Deus lhe deu por lá,
Aqui Deus também me deu.
Pois minha boa muié,
Me estima com munta fé,
Me abraça, beja e qué bem
E ninguém pode negá
Que das coisa naturá
Tem ela o que a sua tem.

Aqui findo esta verdade
Toda cheia de razão:
Fique na sua cidade
Que eu fico no meu sertão.
Já lhe mostrei um ispeio,
Já lhe dei grande conseio
Que você deve tomá.
Por favô, não mexa aqui,
Que eu também não mêxo aí,
Cante lá que eu canto cá.

Patativa do Assaré

A beleza está nos olhos de quem vê

Este vídeo, é uma campanha realizada pela Dove, chamada “Real Beauty Sketches”, traduzido “Retratos da Real Beleza“, com o objetivo de trabalhar a autoestima e a autoconfiança de mulheres em todo o mundo. A estratégia da campanha foi a de conduzir um experimento social, bastante convincente, para provar às mulheres que elas são mais bonitas do que pensam ser, e que elas próprias próprias são suas piores críticas quanto a própria beleza. Diz o estudo que apenas 4% das mulheres em todo o mundo consideram a si mesmas bonitas.

Para realizar o objetivo proposto, foi contratado um desenhista profissional, que trabalhou durante anos no departamento de polícia, desenhando retrato falado. Esse profissional foi então colocado numa sala, onde cada uma das participantes da pesquisa primeiro, descreveram a si mesmas enquanto o desenhista as retratava, sem contato visual, e depois, foi a vez das outras convidadas descreverem suas colegas, as quais haviam sido apresentadas anteriormente, para que o profissional pudesse então desenhar um novo retrato com base na descrição de outra pessoa. Após o término, os desenhos foram expostos de forma que cada participante, pôde, então, comparar a imagem da descrição que fez de si mesma, com a da descrição que outra pessoa fez dela.

Em poucas palavras: Como você se vê, e como os outros te veem.

Considero que o tema desta campanha, que prefiro chamar de estudo, é da maior relevância e atualidade, trazendo em si uma série de reflexões importantes, não somente para mulheres, mas para qualquer ser humano independente de gênero. Pois cada ser em si é portador de amor próprio, auto-estima, vaidade, autoconfiança, ou seus pólos negativos como falta de amor próprio, baixa autoestima, vaidade excessiva ou insegurança, sendo que a auto-opinião negativa, infelizmente, corresponde à maioria esmagadora de 96% das mulheres em todo o mundo, de acordo com a pesquisa.

Penso que os fatores sentimentais ou emocionais, relacionados ao problema da autoaceitação, teem sua origem em duas forças principais:

1) Os impulsos naturais do indivíduo, ou a individualidade propriamente dita
2) Os fatores familiares, sociais, culturais e ambientais vividos pelo indivíduo

No fator individualidade, cada ser é único, e desde a infância podemos observar maior ou menor grau de maturidade em cada criança, em relação aos mais diversos assuntos. O que para algumas é motivo de tristeza, para outra uma mesma situação nada pesa e a criança é capaz de transmutar o negativo em positivo com grande simplicidade e desapego. No entanto, de forma geral, as crianças são mais puras e menos viciadas nos padrões de aceitação da sociedade, pois ainda não foram expostas a carga pesada dos valores de beleza e status, ensinados pela sociedade. Eu gostaria muito de ver esse mesmo estudo, sendo realizado com crianças, para saber qual seria a taxa de autoaceitação delas. Imagino que, dependendo da idade, veríamos um nível inverso de autoaceitação. Talvez 96% das crianças se considerem bonitas e apenas 4% se considere feia. Quem sabe?

Se eu estiver certo, então essa taxa está sofrendo uma inversão ao longo da vida. Ou seja, conforme crescemos, vamos perdendo nosso amor próprio, vamos perdendo a naturalidade e autoaceitação pura da infância, e passamos a tentar corresponder aos padrões do segundo fator que mencionei acima. Família, sociedade, cultura e ambiente são os componentes que nos formam e nos educam, ou talvez nos deseducam na sociedade atual.

A família é, ou deveria ser, a base principal na formação do caráter e dos valores do indivíduo. Mas para que a família eduque, é preciso que seja também educada. E o que vemos da instituição familiar no mundo de hoje? Pais que educam pela violência, que nunca tem tempo para os filhos, que criticam, deprimem e bloqueiam as manifestações expressivas ou criativas de seus filhos, que nunca utilizam o elogio ou o incentivo para maior autoaceitação no processo natural de desenvolvimento do caráter.

E a criança cresce, e, num processo natural, começa sua integração com a sociedade e a com a cultura do ambiente em que vive. Eis então o grande palco, onde o espetáculo da vida ganha corpo e segue em seu processo de desenvolvimento do indivíduo. E quais os valores que são ensinados pela nossa sociedade? Os valores da estética perfeita, da imagem acima do conteúdo, do que os outros pensam de você ao invés do que você pensa sobre si mesmo. São os valores da competição, da comparação, do quem tem mais acima do quem tem menos, do parecer ao invés do ser. Valores planejados, formulados e divulgados através das artes e das mídias. São novelas, filmes, músicas, livros, revistas, noticiários de televisão, propagandas, enfim, um bombardeio de mensagens de negativismo constantemente trabalhando para nos transformar em seres amedrontados, inertes, deprimidos e credores de total incapacidade de fazer algum diferença, ou de mudar as coisas.

Sim, vivemos numa sociedade miserável, mas não de recursos materiais, pois esses são abundantes, apesar de mal distribuídos ou inacessíveis pelo próprio egoísmo do homem – afinal, toda a comida que é jogada fora, todos os dias, poderia matar a fome do mundo – mas somos miseráveis de amor, de carinho, de autoestima, de autoconfiança e confiança no próximo, somos miseráveis pelo egoísmo dos que estão no poder, pela corrupção e pela pressão dos padrões de aceitação, baseados na beleza, no status e no poder financeiro.

Infelizmente, a família e a sociedade, estão falhando em formar pessoas capazes de expressar o seu amor por si mesmas e pelo próximo em toda a sua plenitude!

Se devemos amar uns aos outros, como a si mesmos. Então, em primeiro lugar, creio que devemos aprender o amor próprio, para, então, compartilhar esse amor com quem quer que cruze o nosso caminho.

Parabéns Dove, por esta pesquisa, e pela excelente oportunidade de reflexão.

 

As 4 Leis da Espiritualidade ensinadas na Índia


“A pessoa que vem é a pessoa certa“.

Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.

“Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido“.

Nada, absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…” ou “aconteceu que um outro…”. Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.

“Toda vez que você iniciar é o momento certo“.

Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.

“Quando algo termina, termina“.

Simples assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência.

Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.

Como assim a Verdade não existe?!?


E disse-me o sujeito: Não, não existe a verdade!
Ora, mas que? E dizes tal, com qual autoridade?

Pesquisastes então a verdade, ao limite dos teus limites,
buscando-a não somente no convívio com a sociedade,
mas também no interior profundo de teu espírito,
desvendando a verdade com o melhor de tua habilidade?

Não?

Então talvez, tenhas exaurido teu ânimo, a tal ponto ao buscá-la,
que do ânimo descobristes ter mais do que pensavas?
E tanto quanto mais motivou-te à alcançá-la,
tornaste-te, a ti mesmo, um homem melhor do que imaginavas?

Não?

Então buscastes ler a vida e a obra dos grandes homens,
aqueles que suas vidas dedicaram à verdade conhecer,
enriquecendo assim teus argumentos, que, a mais do que já tens,
formaram então base forte, onde tua busca encontrou apoio e o rumo ao norte?

Não?

Então, ao menos, admites que nascestes um homem abençoado,
conhecedor da verdade máxima de que a Verdade não existe,
e que Dela, tú não precisas, pois não lhe valerá um centavo?
Dedicar-se à pesquisa de algo que não existe? Tú insistes!

E repetes: A verdade não existe!
Então pergunto: És ladrão?
Me respondes: Não! Por que? O que isso tem que ver?
Eu: Não és?! Tens certeza? Seria isso mentira?!
E tú: É claro que é mentira! Não sou ladrão.
Eu: Então é verdade que não és ladrão?
Tú: Sim!
Eu: Mas como pode isso ser verdade, se a Verdade não existe?
Tú: …
Eu: Será que és?
;)

A verdade é algo muito simples para que possamos compreender,
mas é também, a princípio, um desafio colocá-la em prática.
E a simplicidade da verdade que Jesus recomendou conhecer,
é tão elementar e verdadeira, que sua estratégia se resume em uma tática:

SER VERDADEIRO!

A Verdade que nos liberta é um comportamento,
ser verdadeiro é importante, em ações e pensamentos.
A Verdade não pretende ser somente o conhecimento,
de tudo o que existe no mundo, no espaço e no tempo.

O homem se confunde em argumentos racionais sobre a verdade,
achando que ela é o conhecimento científico final do universo.
Desse ponto de vista, olham para a verdade em termos de quantidade,
qualidade e aplicabilidade, sobre assuntos que nem cabem nesses versos.

Fosse assim, confesso, estariam certos os argumentos,
de que a verdade não pode ser de todo conhecida.
Em termos de conhecimento, é preciso estudar os fundamentos,
de tudo o que é, e do que há, no mundo, no céu e na vida.

Se o sábio Jesus nos propusesse tal máxima:
“Buscareis a Verdade, e Ela vos libertará.”,
querendo dizer que devemos ser máquinas,
pois sem tudo aprender, tal liberdade jamais se dará… ?

Se assim fosse, Jesus que me perdoasse,
pois a verdade que nos recomendou procurar,
estaria de nós ainda tão longe do alcance,
como longe está o fim do universo a encontrar.

Portanto, o sábio homem que cuidou de a Verdade a nós recomendar,
sabia que a Verdade, como ele propôs, era simples de entender.
Porém, por exigir do homem que com a Verdade venha a se comportar,
torna-se a mais difícil das tarefas, pois, quem nada tem para esconder?

Portanto, em o homem se comportando de forma verdadeira,
com sinceridade, simplicidade, humildade e transparência.
Jamais mentindo, distorcendo ou iludindo a quem queira,
assumindo a responsabilidade sobre a Verdade de sua vivência.

Esse homem, em grande liberdade já está!
Pois que vive sem algo que condene em si mesmo.
E nem é atormentado pelos fantasmas da mentira,
que novas mentiras exigem para sustentar seu apego.

Tal homem conquista também, a confiança de todos que cruza,
pois sua alma reflete tal luz, que por todos é percebida.
Os bons, dessa luz se alimentam, pois a luz da verdade é nada difusa,
e há outros que dela se invejam, e até contra ela planejam investidas.

Homem, portanto, sê verdadeiro!
Pensa na liberdade que tanto desejas,
e saiba que ela não vem pelo dinheiro,
mas pelo tesouro que na alma cultivas.

Dinheiro é importante para o nosso sustento,
e nos dá a liberdade de materializar os desejos.
Mas, de tal liberdade que se esvai com o vento,
o homem verdadeiro a valoriza um tanto menos.

Não pretendo, contudo, sobre a verdade dar definição.
Está é apenas mais uma face da Verdade,
portanto, sobre a própria Verdade em questão!
Mas e eu… digo isso com qual autoridade?

A de quem busca a Verdade,
com todo o amor do coração,
e ainda dá os primeiros passos,
na estrada da eterna evolução!

Mateus Lopes – 18/04/2013

Ateu! Sou ou não sou?! Eis a questão.


O mundo é muito engraçado,
tem de tudo por todo o lado.
Tem ateus que caminham com Deus,
E outros de Deus tão crentes que:
Deus? Só com os seus!

Muitos proclamam-se convictamente ateus,
dizendo pra si mesmos não acreditar em Deus.
Mas quando se lhes perguntam se o mundo é obra do homem,
alguns percebem-se crendo numa força maior que o próprio homem,
e, sendo assim, não deixam de acreditar numa inteligência superior.
Mas ainda não em “Deus”. Inteligência superior sim, mas Deus?!

Doutro lado há aqueles que buscam a Deus,
de forma sincera ou, por vezes, em algo interessada,
e até mesmo aqueles que dizem que já viram a Deus,
e, no momento oportuno, negam a verdade, o amor e a justiça,
negam a caridade, o perdão e a compaixão aos seus semelhantes,
todos os atributos que mais deveriam ter,
quanto mais próximos de seu Deus estivessem.

Portanto, se temos ateus que praticam a verdade, o amor e a justiça,
e crédulos que negam a prática dessas virtudes,
e, por vezes, vemos até amaldiçoarem seus irmãos,
resta-nos a breve pergunta: Quem é o ateu?

Ateu é aquele que nega o Amor (Deus) em sua prática, por mais que fale dele.
E não ateu é todo aquele que desenvolve e pratica o Amor essencial, o Amor Lei,
mesmo que nunca pense ou aceite a ideia conceitual de um Deus.

A razão de existir uma palavra é para que ela possa nos comunicar um conceito.
E qual o conceito da palavra ateu? Não acreditar em Deus.
E qual o conceito da palavra Deus?
Bem, aqui encontramos a natureza do problema…

Pois, se para não ser ateu, eu devo acreditar
que Deus seja um velhinho de barbas,
sentado em seu trono, de onde tudo vê,
mandando e desmandando a seu bel prazer,
beneficiando ao filho que Nele crê,
e punindo aos ignorantes que a Ele não puderam compreender.
Se assim for, eu sou um Ateu! Com A maiúsculo.

Mas, se Deus for uma inteligência suprema,
causa primária de tudo o que é, e do que ainda será.
Uma força original que não tem forma, mas é energia e consciência pura,
um oceano de um fluido cósmico inteligente chamado Amor,
trabalhando incessantemente em tudo o que é, e no que virá a ser…
Então, se assim for, eu sou um homem de Deus, e não um ateu.

Eu poderia arriscar que muitos dos que se dizem ateus, hoje em dia,
são apenas pessoas que já não toleram mais o mau uso, a manipulação,
os crimes praticados, milenarmente, em nome desse chamado “deus”
( com “d” minúsculo, pois não merece a santidade do nome ),
e que naturalmente concluiram que não acreditam mais nesse deus.

Seria eu também um ateu, se me imposto fosse um deus punitivo,
que condena seus filhos a sofrimentos para toda a eternidade,
dando-lhes apenas uma breve chance, de pouco menos de um século,
para que os seus pobres filhos possam aprender a adorá-lo em toda a sua majestade.

Não seria essa pena um tanto quanto severa,
quando comparada ao breve tempo das faltas cometidas?
Não! Esse deus não me inspiraria amor nem justiça!
E Ateu eu escolheria ser diante de tais investidas.

Mas, por fim, podendo crer na eternidade, na justiça e na verdade,
e crer na perfeição absoluta de todos os atributos essenciais.
E não somente pensar sobre essas coisas, mas também senti-las,
através das experiências diretas a nós oferecidas pelas graças da natureza…
Então, sendo assim, eu sou um homem com Deus no meu coração!

Nesse momento, pare e pense bem!
Deixe de lado os seus pré-conceitos e ideias obscurecidas pelas emoções.
Pense um pouco sobre o assunto e responda:

Você é ateu ou acredita num Deus Supremo de Amor?

Mateus Lopes – 15/04/2013

Fazer negócios com amigos? Talvez, mas tenha cuidado.


Amizades e negócios são um perigo! Nem sempre, mas muitas vezes funciona assim: Desde que você conhece aquela pessoa, ela diz que é sua amiga, e tudo vai bem enquanto, em sua relação, só existe o “oba oba”. Então, um dia, você se permite construir algum negócio juntos. Então essa pessoa, pisa na bola, não cumpre os acordos, e te causa uma série de prejuízos, até o momento em que você interrompe o negócio. Ai você descobre quem é aquele “amigo”, que sai falando mal de você, contando apenas a própria versão da história, sem mencionar aos outros todas as pisadas que ele mesmo deu, trama até um processo por baixo dos panos, mesmo sem saber que ele é o que mais tem a perder. E você apenas interrompeu o negócio, mas jamais pretendeu interromper a amizade. No entanto, diante desses fatos, é lamentável que a amizade também tenha que ser rompida.

Portanto, cuidado ao fazer negócios com amigos! Os lucros costumam ser menores e as perdas tendem a ser bem maiores do que se espera.

Obrigado pelo seu amor!


Querido amigos, irmãos de caminho e de luta!

Que a paz e o amor de Deus esteja no coração de cada um de vocês.

Ontem foi meu aniversário, quando completei 31 anos de jornada. Mas confesso que, durante os anos, nunca costumei receber meus aniversários como grandes oportunidades para reuniões ou comemorações. Apesar de sempre apreciar com grande alegria a companhia dos amigos que eu tanto amo.

No entanto, esse dia, que é tão especial na vida de cada um de nós, costuma apresentar-se para mim como um desafio intrigante. Meus passos, erros e acertos, oportunidades e escolhas, passado, presente e futuro, emergem em meus pensamentos para que eu os organize numa complexa balança: A Balança da Vida.

E assim, passo por este dia contemplando saudável sensação de nostalgia e reflexão, que costumam gerar excelentes frutos de correção para minhas ações, ajudando-me na construção de uma vida mais digna, honrada, justa e cheia de amor no meu coração.

Quero agradecer a todos os amigos que me escreveram, ligaram ou pensaram em mim no dia de hoje. Mas também a todos os que não tiveram a oportunidade de fazê-lo. Obrigado a todos por existirem e serem quem são, e por me amarem como podem! Por que eu também os amo na medida em que eu posso, e esse é o mais valioso exercício que todos devemos praticar nessa vida.

Saibam que, mesmo que não possamos estar sempre em contato, um simples pensamento, acompanhado de um desejo sincero, vindo do coração, será suficiente para nos alimentarmos com forças benéficas, uns aos outros, durante toda a vida.

Hoje muitos pensaram em mim me alimentando de forças sublimes que, agora, retribuo multiplicadas, cheias de bençãos e luz, em suas vidas.

Que todos recebam em dobro tudo de bom que me desejaram hoje, e o que me desejarem sempre.

Que Deus nos ajude a expressar o amor
num olhar,
num sorriso,
num abraço,
numa palavra amiga,
num beijo irmão,
no pensamento firme que comunica o bem.

Que possamos não temer a verdade de sermos verdadeiros.

Um beijo a todos!
(a qualquer pessoa que já tenha passado pela minha vida, mesmo que por um instante)

Santo Daime: mídia deturpa e agride história da única religião genuinamente brasileira


Publicado em: http://blogdaamazonia.blog.terra.com.br/

Altino Machado às 6:44 am
POR MOISÉS DINIZ

A revista Veja acaba de publicar uma sensacionalista reportagem sobre o assassinato do cartunista Glauco Vilas Boas, 53, e de seu filho Raoni, 25. Na reportagem, sem nenhuma base material, a revista acusa o criminoso Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, 24, Cadu, de ter ingerido ayahuasca, levando-o a cometer o crime.

De forma irresponsável e leviana, a revista acusa o uso da ayahuasca como causa do crime e passa a agredir a história dos três líderes que, aqui no Acre, fundaram religiões amazônicas, de raízes indígenas: o mestre Raimundo Irineu Serra, o mestre Daniel Pereira de Matos e mestre Gabriel.

Na tentativa de dar base científica à reportagem, a revista Veja produz um Frankenstein de intolerância religiosa, de desinformação e de preconceito com religiões amazônicas e indígenas. Em nenhum momento cita um estudo científico, com suas fontes e suas provas acadêmicas.

Quando cita a Associação Brasileira de Psiquiatria, não apresenta nenhum especialista, nenhuma fonte demonstrativa ou qualquer prova do que escreve na reportagem. Apenas apresenta a caricatura de um “bacana” com transtorno psíquico, esquizofrênico, que fumava maconha, e que tinha uma mãe e uma tia-avó também esquizofrênicas.
Não apresenta outros casos semelhantes pelo Brasil afora. São mais de 200 centros, entre União do Vegetal e Santo Daime, com mais de 30 mil seguidores. Por que o caso Glauco deveria servir de regra para uma religião que já completou mais de meio século sem um único caso de violência ou morte entre aqueles que a praticam?

Aqui no Acre, entre as igrejas do Alto Santo, Barquinha e União do Vegetal, são milhares de seguidores gozando de elevada qualidade de vida, respeitados socialmente e livres das pragas do alcoolismo e do consumo de drogas.

Aqui no Acre, entre os seguidores do Santo Daime, da UDV e da Barquinha, há juízes e promotores, jornalistas renomados, deputados e prefeitos, médicos e economistas, empresários, professores de universidades, delegados, policiais, membros de academias e de instituições laicas e respeitadas.

Homens e mulheres que estudam, acessam as bibliotecas e estão informados sobre os avanços da ciência, as curvas da economia e da política e as reportagens fantasiosas, levianas, preconceituosas, anticientíficas e mentirosas de Veja.

Milhares de jovens escaparam das grades dos presídios e até da morte porque abraçaram a religião dos entes mágicos da floresta, das ancestrais aldeias indígenas e da fraternidade de viver como irmãos nos dias de louvor, sob a simplicidade de seus hinos e do consumo ritualístico da ayahuasca.

Não há um único caso de agressão física, de violência, de distúrbio ou de morte entre os seguidores da UDV, do Santo Daime ou da Barquinha, em mais de meio século de religião, entre milhares de seguidores.

A revista Veja deturpou tudo: a história e a resistência dos líderes religiosos, o papel espiritual e social que cumpre as igrejas ayahuasqueiras, a origem indígena milenar e a longa tradição de vida saudável de seus membros. A revista Veja só não esqueceu daquilo que está lhe ficando peculiar: escrever com preconceito e leviandade. Veja sequer respeitou a história.

A ayahuasca serviu como base para o estabelecimento de diferentes tradições espirituais por comunidades indígenas nos países amazônicos desde tempos imemoriais. Os povos indígenas utilizaram a ayahuasca como um elo imaterial com o divino que estava entre as árvores, os lagos silenciosos, os igarapés. É que, para eles, a natureza possuía alma e vontade própria.

Povos indígenas do Brasil, Peru, Bolívia, Colômbia e Equador, há quatro mil anos, utilizam a ayahuasca em seus rituais sagrados, como o padre usa o vinho sacramental na Eucaristia e os indígenas bebem o peyote nas cerimônias sincréticas da Igreja Nativa Americana.

O uso ritualístico da ayahuasca é bem mais antigo que o consumo do saquê ou Ki, bebida sagrada do Xintoísmo, usada a partir de 300 a.C, feito do arroz e fermentado pela saliva feminina, sendo cuspida pelas jovens virgens em tachos.

As origens do uso da ayahuasca nos países amazônicos remontam à Pré-história. Há evidências arqueológicas através de potes e desenhos que nos levam a afirmar que o uso da ayahuasca ocorra desde 2 mil a.C.

A utilização da ayahuasca pelo homem branco é uma acolhida da espiritualidade das florestas tropicais, um banho de rio milenar e sentimental do tempo em que os povos amazônicos viviam em fraternidade econômica e religiosa.

Os ataques ao uso ritualístico-religioso da ayahuasca, como bebida sacramental, nos autoriza a afirmar que podem estar nascendo interesses menos inocentes e mais poderosos do que uma simples preocupação acadêmica com a utilização de substâncias psicoativas.

Nunca é bom esquecer que a ayahuasca é uma substância natural exclusiva das florestas tropicais dos países amazônicos e pode alimentar interesses econômicos relacionados a patentes e elevar a cobiça sobre a nossa inestimável biodiversidade.

Não custa nada ficar alerta para essa esquizofrenia da grande mídia em atacar o uso ritualístico-religioso da ayahuasca. É mais fácil roubar um pão numa padaria do que uma hóstia no altar, mesmo que os dois sejam feitos do mesmo trigo. Por que tanto interesse em dessacralizar o uso da ayahuasca?

A ayahuasca é uma combinação química simples e ao mesmo tempo complexa, que envolve um cipó e um arbusto endêmicos do imenso continente amazônico. Simples porque a sua primitiva química material da floresta é realizada por homens comuns, do pajé ao ayahuasqueiro dos templos amazônicos.

Complexa porque envolve a elevação de indicadores psico-sociais de qualidade de vida e
ajuda a atingir estados ampliados de consciência dos usuários. Isso por si só já alça a ayahuasca a um patamar superior no plano do controle científico dessas duas ervas milenares.

Assim, a ayahuasca ganha contornos políticos por envolver recursos florísticos de inestimável valor psico-social e espiritual. Os seus usuários consideram o “vinho das almas” como um instrumento físico-espiritual que favorece a limpeza interior, a introspecção, o autoconhecimento e a meditação.

Utilizar ayahuasca aqui na Amazônia é beber do próprio poço de nossa ancestralidade e da magia que representa a nossa milenar resistência. Aqui na floresta, protegidos pelos entes fortes de nossa religião animista e natural, nossos ancestrais não precisaram “miscigenar” sua fé.

Não foi necessário fazer como os negros escravos, que deram nomes de santos católicos aos seus deuses africanos. Nossos ancestrais indígenas não precisaram batizar Iemanjá de Nossa Senhora ou Oxossi de São Sebastião para se protegerem da fé unilateral do dono da terra e das almas.

É que entre nós a terra era de todos e o único dono era o senhor da chuva, do orvalho e do sol. A beleza coletiva dos recursos naturais era compartilhada por toda a aldeia, do curumim ao sábio ancião.

A ayahuasca era a essência espiritual dessa convivência material fraterna e universal entre as árvores carinhosas, os riachos irmãos, os pássaros cantores, os peixes, as larvas, os insetos, as flores. A ayahuasca ancestral era o elo entre a terra e o espírito.
Se não fosse uma erva espiritual e mágica, trazida pelas mãos milenares dos povos indígenas amazônicos, ela não teria resistido ao tempo. Por isso é natural que a ayahuasca atraia cada vez mais o homem branco, esmagado pelo destrutivo modo de vida urbano, elitista, ocidental, capitalista.

A ayahuasca não é um chá que se consome como se bebe um líquido ácido qualquer. O seu uso é espiritual e envolve aqueles que o utilizam na mais límpida tradição de amar o próximo e reencontrar os valores que perdemos na caminhada do planeta que se dividiu em castas, cores, fronteiras e etnias.

Não entrarei no debate acadêmico sobre o uso de substâncias psicoativas por parte das religiões milenares, das eras pré-colombianas aos templos dos tempos atuais. Não tenho competência para debater os pontos de vista da medicina, da psicologia ou da etnofarmacologia. Ficarei apenas com os resultados do uso milenar da ayahuasca pelos povos indígenas.

A milenar história amazônica não registra casos de morte ou de seqüelas à saúde dos povos indígena por terem utilizado a ayahuasca. Nenhum índio, nesses séculos de consumo da ayahuasca, deu entrada no hospital dos brancos ou foi curado pelos pajés.

A ayahuasca não é “taliban”, seus usuários não constituem nenhuma seita, eles não são fanáticos, não há um único caso de morte ou de castigo físico que tenha sido resultado do seu consumo ritualístico.

O uso ritualístico da ayahuasca não provoca transes místicos ou de possessão. Ela não age no organismo como a antiga bebida hindu, denominada soma, que se divinizou por afastar o sofrimento, embriagando e elevando as forças vitais.

Depois de 4 mil anos de uso sagrado e ritualístico da ayahuasca, os estudiosos da civilização ocidental erguem argumentos anêmicos e endêmicos de uma sociedade que tem medo do “contato” aberto do homem com a natureza. É que eles têm medo da relação amorosa entre o indivíduo e a natureza com os seus elementos poderosos e coletivos.

Os sábios e avançados incas utilizaram a ayahuasca para consolidar-se como povo, como nação e para ajudar no florescimento da cultura, da matemática, da agricultura e da astronomia. Não é qualquer planta ou cipó que faz um povo, uma história milenar, uma religião.

Só não puderam utilizar a sagrada ayahuasca para produzir metálicos fuzis, pois se assim fosse, não teriam sido dizimados pelos invasores espanhóis. Pizarro não consumiu o “cipó dos mortos”, por isso dizimou tantos guerreiros, mulheres índias, donzelas, pajés, curumins.

A ayahuasca resistiu, venceu os invasores e as suas crenças unilaterais, atravessou os séculos, os milênios, unificou as milenares gerações indígenas e suavizou a dor “civilizaria” das eras pós-colombianas.

A ayahuasca é a religião da terra para o céu, da matéria eterna e natural para o infinito do sonho humano, a religião natural. Uma verdadeira e única religião do Brasil, aliás, uma colossal e genuína religião amazônica e indígena.

Encerro esse ensaio com um relato da experiência física de quem fez uso ritualístico-religioso da ayahuasca:

Lembro de tudo nitidamente. Eu via seres de luz carregando lixo da floresta para dentro de uma caminhonete. Muitos seres e muito lixo. Então perguntei para um deles:
– O que é isso?
Um dos seres me respondeu:
– São as suas máscaras, você não pode ver ainda.

Moisés Diniz é autor do livro O Santo de Deus e deputado estadual pelo PCdoB do Acre.

Emily Bear: Pianista prodígio com apenas 6 anos de idade

Conheçam Emily Bear, uma menina prodígio, de apenas 6 anos de idade, que toca piano de uma forma impressionante e já compõe suas próprias músicas. Emily começou a brincar no piano desde os seus dois anos, certamente ao observar sua avó e seus irmãos tocarem também os seus instrumentos. Sua avó é pianista, sua irmã toca harpa e seu irmão violão.

No vídeo podemos ver e ouvir um pouco da arte precoce desta menininha tão linda e inteligente que nasceu, por certo, para contribuir no desenvolvimento musical do nosso mundo.

Ela diz que gosta de Mozart por que ela é um pouco como ele, e ele um pouco como ela. Acredito mesmo que ambos devem ser da mesma turma! Eu como pianista, compositor e podemos dizer “devoto” de Mozart, não pude deixar de me impressionar ao conhecer Emily Bear.

Que Deus ilumine o seu caminho para que seja muito feliz e desenvolva sua arte com plenitude.

O vídeo está em inglês.

http://www.youtube.com/watch?v=vUx4t4W4eVY

Piada: A Cebola e a Árvore de Natal


Uma família feliz está à mesa de jantar quando o filho faz uma pergunta:

– Papai, quantos tipos de seios existem?

O pai, surpreso, responde:

– Bem, meu filho, existem três tipos de seios. Aos 20 anos a mulher tem seios como melões: Firmes e redondos. Aos 30 e aos 40 eles são como pêras, ainda belos, porém um pouco caídos. . . Aos 50 os seios ficam como cebolas. . .

– Cebolas?!

– Sim. Quando você olha para eles, fica com vontade de chorar.

Depois dessa resposta, a filha é quem pergunta para a mãe:

– Mãe, quantos tipos de pênis existem?

A mãe olha para o marido e responde:

– Bem, filhinha, um homem passa por três fases distintas. Aos 20 anos o pênis é como um pé de Jacarandá, respeitável e firme. Dos 30 aos 40 anos o pênis é como um pé de Chorão, flexível mas confiável. Após os 50 anos o pênis fica como uma árvore de Natal.

– Como assim?

– Isso mesmo. Morto da raiz até a ponta e as bolas ficam penduradas como decoração! E o pior, arma só uma vez por ano. . .

phpBB – Solução Open Source para Fórum Online


phpBB é uma solução gratuita e open source para fórum online, criada em Junho de 2000, por James Atkinson, e, atualmente, é a solução de fórum mais utilizada em todo o mundo.

No momento em que escrevo essa postagem, se encontra em sua versão phpBB 3.0.1, também chamada de “Olympus”. Possui um painel de administração de fácil utilização, com uma interface bastante amigável e um processo de instalação, bastante simples, que permite que você coloque o seu fórum online em poucos minutos.

Milhões de pessoas utilizam phpBB diariamente, fazendo com que seja a solução de fórum mais popular da atualidade, dando suporte a milhares de comunidades online. Seja para manter contato entre um grupo de amigos ou para criar uma estrutura complexa de fórum para uma corporação, phpBB oferece todos os recursos necessários para fazê-lo.

Com uma grande quantidade de recursos e alta capacidade de customização, phpBB permite a configuração de comunidades de forma extremamente detalhada, sem a necessidade de editar qualquer código diretamente. Mas, pelo fato de estar sob a licença GNU (General Public License), ou seja, Open Source, usuários mais avançados poderão fazer mudanças no código, personalizando phpBB de acordo com suas necessidades.

Com uma imensa comunidade mundial trabalhando em torno de phpBB, essa solução de fórum possui um grande variedade de modificações e recursos desenvolvidos pelos usuários, centenas de pacotes de imagens e estilos visuais diferenciados, além de muita documentação em texto e vídeo. Além disso, membros da comunidade costumam responder a perguntas de suporte variadas, desde problemas com configuração até necessidades mais particulares.

Ainda não conheço outra solução de fórum tão completa quanto phpBB, considerando sua eficiência, quantidade de recursos e facilidade de uso. E o que é melhor, é GRÁTIS!

Dica: FotoSizer, Programa para Redimensionar Imagens



FotoSizer é um programa grátis, utilizado para redimensionar o tamanho de imagens digitais, em lote, de forma muito rápida e fácil.

São necessários apenas 3 passos para redimensionar um número expressivo de imagens:

  • Selecionar as fotos
  • Ajustar as opções de redimensionamento
  • Clicar no botão para iniciar o processo

Atualmente, com a popularização das câmeras digitais e do compartilhamento de imagens pela internet, esse pequeno programa pode representar uma grande economia de tempo no trato diário com imagens. Tanto no sentido de facilitar a tarefa de redimensionamento, como também no tempo de upload das imagens para os sites de compartilhamento, sendo que as imagens das câmeras digitais costumam ter mais do que 3 mega bytes de tamanho, originalmente.

FotoSizer trabalha com os formatos: .JPG, .JPEG, .PNG, .BMP, .TGA e .GIF, permitindo que você prepare rapidamente coleções de imagens para publicação na web.

Se você costuma trabalhar manipulando muitas imagens, vale a pena experimentar FotoSizer!

Espetáculo: L’Oratorio d’Aurélia


Fui assistir ao espetáculo L’Oratorio d’Aurelia (O Oratório de Aurélia), espetáculo francês, concebido em 2003 por Victoria Thierrée Chaplin e Aurélia Thierrée, mãe e filha. Victoria é uma das filhas do grande ator e comediante Charlie Chaplin, e, conseqüentemente, Aurélia é sua neta.

Não creio que o talento artístico seja algo hereditário ou que possa ter qualquer ligação com a genética, pois em minha concepção, sempre entendi que a sensibilidade tem sua origem diretamente no potencial espiritual de cada indivíduo. No entanto, também nunca aceitei a idéia de que se alguém não nasceu com talento, não poderá desenvolver-se em determinadas habilidades, e acredito firmemente que uma herança e um ambiente familiar propício, criam as condições necessárias para o desenvolvimento de grandes artistas. Creio, principalmente, que mesmo se não houver um ambiente propício, mas houver grande força de vontade, trabalho e persistência do estudante, tudo se pode aprender e desenvolver.

Pois bem, acontece que o espetáculo L’Oratorio d’Aurelia, criado e interpretado por essas duas descendentes diretas de Charlie Chaplin, é simplesmente um dos melhores espetáculos que eu já pude assistir em toda a minha vida, até o presente momento.

Com que palavras eu poderia descrevê-lo?
Mágico, Sublime, Belo, Encantador, Poético, Emocionante, Sofisticado, Delicado, Hipnotizante, Surpreendente, Misterioso, Perfeito!
Não sei…
Palavras, por mais belas que sejam, jamais poderão se igualar a força de uma experiência.

O espetáculo carrega uma surpresa após a outra, e me causou a sensação de estar virado do avesso, como se minha alma habitasse por fora do meu corpo. Como se impossível fosse haver o que seja impossível. Como se todos os sonhos acontecessem enquanto estou acordado, e a mais pura realidade fosse o sonho mais íntimo do meu coração.

Se a vida lhe der a oportunidade de assistir esse maravilhoso espetáculo, não deixe que ela lhe escape.

L’Oratorio d’Aurelia está em turnê pelo Brasil e as próximas datas e cidades serão:

21 e 22 de Junho / 2008 Brasília (DF) Teatro Nacional Cláudio Santoro
28 e 29 de Junho / 2008 Recife (PE) Teatro da UFPE
9 e 10 de Julho / 2008 Belo Horizonte (MG) Grande Teatro do Palácio das Artes
13 de Julho / 2008 Rio de Janeiro (RJ) Theatro Municipal do Rio de Janeiro
17, 18 e 19 de Julho / 2008 São José do Rio Preto (SP) Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto
25 e 26 de Julho / 2008 Fortaleza (CE) Theatro José de Alencar
3 de Agosto / 2008 Salvador (BA) Teatro Castro Alves

Transcrevo abaixo um trecho do programa do espetáculo:

/—

Num mundo às avessas, de improváveis encontros e personagens desconexos, as aparências enganam. Não há começo nem fim, apenas inúmeras peças de um quebra-cabeça visual, governadas pela estranha lógica de nossa imaginação. Assim é L’Oratorio d’Aurelia (O Oratório de Aurélia), inspirado na magia do hall music e do circo para unir sonho e mistério teatral.

O espetáculo é reinado pela ilusão. No palco, uma jovem contracena com seres humanos, e outros nem tanto, criando uma inesperada seqüência de acontecimento que surpreende o público. No poético e delicado L’Oratorio d’Aurelia, cenas se revoltam e objetos tomam vida.

O rato come o gato, as flores na jarra ficam de cabeça para baixo, as cortinas de veludo vermelho mexem-se imprevisivelmente, a protagonista veste-se diretamente no gaveteiro e tem braços e pernas desmontáveis. É uma performance divertida e imperdível, que faz sonhar espectadores de todas as idades.

L’Oratorio d’Aurelia já foi aplaudido em vários países como uma apresentação sofisticada e sublime, que cria belas imagens de ilusão e resgata elementos mágicos de teatro e circo. A extraordinária combinação de efeitos visuais, sofisticadas marionetes, dança e magia circense resulta num delicioso espetáculo.

—/

Vídeo: Entenda os Direitos Autorais com Creative Commons

Creative Commons disponibiliza um meio para que autores, cientistas, artistas, educadores, ou qualquer outra pessoa, possam disponibilizar seus trabalhos criativos com as licenças autorais que desejam reservar ou liberar. Você pode usar CC (Creative Commons) para mudar os termos de licença de “Todos os Reservados” para “Alguns Direitos Reservados”, ou até mesmo para “Nenhum Direito Reservado”.

Este vídeo, traduzido para o português, explica de forma didática as bases do licenciamento Creative Commons, bem como a sua utilidade no suporte à colaboração e as criações coletivas em todo o mundo. Vale a pena assistir o vídeo e divulgar Creative Commons, para que o maior número possível de pessoas esteja informada a respeito desse instrumento, que considero uma evolução de nosso novo mundo.

No Dia do Meio Ambiente, Dou um Blog de Presente


Hoje, Quinta-Feira, 05 de Junho de 2008, é o Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia. E por se tratar de uma uma data tão especial, dadas as condições ambientais que verificamos em nosso mundo atualmente, muitos blogs e websites se mobilizaram em uma ação coletiva, publicando postagens, refletindo sobre o assunto ambiental, e divulgando a mensagem ecológica através de seus veículos de internet.

E para a minha participação nesse dia, que considero tão importante para toda a humanidade, e também como minha contribuição para a questão ambiental e ecológica, criei, hoje, o blog MãeTerra.Info.

MãeTerra.Info é um blog que nasce no Dia Mundial do Meio Ambiente e tem a proposta de reunir o maior número possível de autores interessados em criar conteúdo e disseminar a mensagem ecológica e ambiental.

O blog nasceu hoje, portanto, ainda não tem visual, nem conteúdo, nem plugins, nem autores, além de mim é claro. No entanto, vou trabalhar nele um pouquinho todos os dias, e, tenho fé que se tornará uma grande referência no trabalho de desenvolvimento da consciência ecológica, para todos que falem a língua portuguesa.

O Dia Mundial do Meio Ambiente não é uma data de aniversário, mas podemos considerar como se fosse. Portanto, dou este blog de presente!

Se você se interessa pelo assunto, e quer se tornar um autor de MãeTerra.Info, me escreva um email e venha participar da construção desse projeto.

Um grande abraço!

Segmentar é preciso! Mas qual o público de um blog pessoal?


Por todos os infinitos cantos, dessa gigante blogosfera, parece-me unânime a opinião de que não devemos querer falar sobre muitos assuntos diferentes em um mesmo blog. Afinal, não somos, nem podemos, e nem devemos querer ser, sozinhos, um novo Yahoo, UOL, IG ou qualquer outro grande portal de conteúdo, que abordam temas diversificados através de seus canais.

É claro que concordo absolutamente com o conceito de segmentação!

No entanto, desde que comecei esse blog, que é o meu blog pessoal, venho tentando descobrir qual é o meu nicho de assuntos. Confesso que, algumas vezes, já deixei de escrever nesse blog, por achar que estaria colocando assuntos muito diferentes entre si, e isso poderia causar uma certa confusão em quem está acessando o blog pela primeira vez. Afinal, esse cara fala sobre o que?

Bem, em primeiro lugar, o que eu falo deve estar diretamente relacionado com o que eu vivo! Pois, seria insensato querer discorrer sobre assuntos que estão fora do meu domínio ou convivência. Falando sobre aquilo que faz parte de nosso dia-a-dia, transmitimos nossa mensagem com convicção e propriedade, o que é sentido diretamente pelos leitores.

Muito bem. Assim fica mais fácil! Basta falar sobre aquilo que me interessa e pronto. Eis o meu segmento e o meu público!

Isso pode ser bastante adequado para um grande número de pessoas que são especialistas em um assunto específico, e fazem com que seu blog, que carrega seu nome pessoal, torne-se um blog com um público de interesse muito particular. Mas qual será o nicho de alguém que é mais generalista do que especialista?

No meu caso, até certo ponto, eu vivo uma vida bastante diversificada e de interesses múltiplos. Trabalho com internet e tecnologia há 12 anos, mas também trabalho, na área artística e cultural, como ator e tenho um grupo de teatro chamado Teatro do Pé. Além disso, sou músico compositor, faço esculturas e me interesso muito por cultura e artes em geral.

Além dessas duas áreas, que sigo profissionalmente, sempre fui dotado de um espírito extremamente curioso e científico, o que me fez transitar por muitos assuntos diferentes, como filosofia, espiritualidade, física, matemática, história, marketing, design, negócios, finanças, investimentos, empreendedorismo, entre outros. Sempre estudando e aprendendo o suficiente, de cada assunto, para poder mesclar conhecimentos e criar pontes criativas, entre as diferentes disciplinas, somando seus potenciais aplicados na geração de novas idéias com base consistente.

Enfim, cheguei à conclusão de que o meu blog pessoal não terá segmentação alguma! Afinal, esse será o meu espaço pessoal, onde poderei falar sobre o que eu quiser, quando eu quiser.

Para aqueles assuntos em que tenho maior domínio, e que são extensos o suficiente para que eu gere bastante conteúdo, então criarei blogs segmentados.

Portanto, daqui por diante, meu caro amigo leitor, saiba que neste blog, mesmo que não tenha um assunto único e específico, você vai encontrar sempre coisas interessantes ou úteis, que penso que valem a pena serem ditas.