Ateu! Sou ou não sou?! Eis a questão.


O mundo é muito engraçado,
tem de tudo por todo o lado.
Tem ateus que caminham com Deus,
E outros de Deus tão crentes que:
Deus? Só com os seus!

Muitos proclamam-se convictamente ateus,
dizendo pra si mesmos não acreditar em Deus.
Mas quando se lhes perguntam se o mundo é obra do homem,
alguns percebem-se crendo numa força maior que o próprio homem,
e, sendo assim, não deixam de acreditar numa inteligência superior.
Mas ainda não em “Deus”. Inteligência superior sim, mas Deus?!

Doutro lado há aqueles que buscam a Deus,
de forma sincera ou, por vezes, em algo interessada,
e até mesmo aqueles que dizem que já viram a Deus,
e, no momento oportuno, negam a verdade, o amor e a justiça,
negam a caridade, o perdão e a compaixão aos seus semelhantes,
todos os atributos que mais deveriam ter,
quanto mais próximos de seu Deus estivessem.

Portanto, se temos ateus que praticam a verdade, o amor e a justiça,
e crédulos que negam a prática dessas virtudes,
e, por vezes, vemos até amaldiçoarem seus irmãos,
resta-nos a breve pergunta: Quem é o ateu?

Ateu é aquele que nega o Amor (Deus) em sua prática, por mais que fale dele.
E não ateu é todo aquele que desenvolve e pratica o Amor essencial, o Amor Lei,
mesmo que nunca pense ou aceite a ideia conceitual de um Deus.

A razão de existir uma palavra é para que ela possa nos comunicar um conceito.
E qual o conceito da palavra ateu? Não acreditar em Deus.
E qual o conceito da palavra Deus?
Bem, aqui encontramos a natureza do problema…

Pois, se para não ser ateu, eu devo acreditar
que Deus seja um velhinho de barbas,
sentado em seu trono, de onde tudo vê,
mandando e desmandando a seu bel prazer,
beneficiando ao filho que Nele crê,
e punindo aos ignorantes que a Ele não puderam compreender.
Se assim for, eu sou um Ateu! Com A maiúsculo.

Mas, se Deus for uma inteligência suprema,
causa primária de tudo o que é, e do que ainda será.
Uma força original que não tem forma, mas é energia e consciência pura,
um oceano de um fluido cósmico inteligente chamado Amor,
trabalhando incessantemente em tudo o que é, e no que virá a ser…
Então, se assim for, eu sou um homem de Deus, e não um ateu.

Eu poderia arriscar que muitos dos que se dizem ateus, hoje em dia,
são apenas pessoas que já não toleram mais o mau uso, a manipulação,
os crimes praticados, milenarmente, em nome desse chamado “deus”
( com “d” minúsculo, pois não merece a santidade do nome ),
e que naturalmente concluiram que não acreditam mais nesse deus.

Seria eu também um ateu, se me imposto fosse um deus punitivo,
que condena seus filhos a sofrimentos para toda a eternidade,
dando-lhes apenas uma breve chance, de pouco menos de um século,
para que os seus pobres filhos possam aprender a adorá-lo em toda a sua majestade.

Não seria essa pena um tanto quanto severa,
quando comparada ao breve tempo das faltas cometidas?
Não! Esse deus não me inspiraria amor nem justiça!
E Ateu eu escolheria ser diante de tais investidas.

Mas, por fim, podendo crer na eternidade, na justiça e na verdade,
e crer na perfeição absoluta de todos os atributos essenciais.
E não somente pensar sobre essas coisas, mas também senti-las,
através das experiências diretas a nós oferecidas pelas graças da natureza…
Então, sendo assim, eu sou um homem com Deus no meu coração!

Nesse momento, pare e pense bem!
Deixe de lado os seus pré-conceitos e ideias obscurecidas pelas emoções.
Pense um pouco sobre o assunto e responda:

Você é ateu ou acredita num Deus Supremo de Amor?

Mateus Lopes – 15/04/2013

Fazer negócios com amigos? Talvez, mas tenha cuidado.


Amizades e negócios são um perigo! Nem sempre, mas muitas vezes funciona assim: Desde que você conhece aquela pessoa, ela diz que é sua amiga, e tudo vai bem enquanto, em sua relação, só existe o “oba oba”. Então, um dia, você se permite construir algum negócio juntos. Então essa pessoa, pisa na bola, não cumpre os acordos, e te causa uma série de prejuízos, até o momento em que você interrompe o negócio. Ai você descobre quem é aquele “amigo”, que sai falando mal de você, contando apenas a própria versão da história, sem mencionar aos outros todas as pisadas que ele mesmo deu, trama até um processo por baixo dos panos, mesmo sem saber que ele é o que mais tem a perder. E você apenas interrompeu o negócio, mas jamais pretendeu interromper a amizade. No entanto, diante desses fatos, é lamentável que a amizade também tenha que ser rompida.

Portanto, cuidado ao fazer negócios com amigos! Os lucros costumam ser menores e as perdas tendem a ser bem maiores do que se espera.

Obrigado pelo seu amor!


Querido amigos, irmãos de caminho e de luta!

Que a paz e o amor de Deus esteja no coração de cada um de vocês.

Ontem foi meu aniversário, quando completei 31 anos de jornada. Mas confesso que, durante os anos, nunca costumei receber meus aniversários como grandes oportunidades para reuniões ou comemorações. Apesar de sempre apreciar com grande alegria a companhia dos amigos que eu tanto amo.

No entanto, esse dia, que é tão especial na vida de cada um de nós, costuma apresentar-se para mim como um desafio intrigante. Meus passos, erros e acertos, oportunidades e escolhas, passado, presente e futuro, emergem em meus pensamentos para que eu os organize numa complexa balança: A Balança da Vida.

E assim, passo por este dia contemplando saudável sensação de nostalgia e reflexão, que costumam gerar excelentes frutos de correção para minhas ações, ajudando-me na construção de uma vida mais digna, honrada, justa e cheia de amor no meu coração.

Quero agradecer a todos os amigos que me escreveram, ligaram ou pensaram em mim no dia de hoje. Mas também a todos os que não tiveram a oportunidade de fazê-lo. Obrigado a todos por existirem e serem quem são, e por me amarem como podem! Por que eu também os amo na medida em que eu posso, e esse é o mais valioso exercício que todos devemos praticar nessa vida.

Saibam que, mesmo que não possamos estar sempre em contato, um simples pensamento, acompanhado de um desejo sincero, vindo do coração, será suficiente para nos alimentarmos com forças benéficas, uns aos outros, durante toda a vida.

Hoje muitos pensaram em mim me alimentando de forças sublimes que, agora, retribuo multiplicadas, cheias de bençãos e luz, em suas vidas.

Que todos recebam em dobro tudo de bom que me desejaram hoje, e o que me desejarem sempre.

Que Deus nos ajude a expressar o amor
num olhar,
num sorriso,
num abraço,
numa palavra amiga,
num beijo irmão,
no pensamento firme que comunica o bem.

Que possamos não temer a verdade de sermos verdadeiros.

Um beijo a todos!
(a qualquer pessoa que já tenha passado pela minha vida, mesmo que por um instante)

Santo Daime: mídia deturpa e agride história da única religião genuinamente brasileira


Publicado em: http://blogdaamazonia.blog.terra.com.br/

Altino Machado às 6:44 am
POR MOISÉS DINIZ

A revista Veja acaba de publicar uma sensacionalista reportagem sobre o assassinato do cartunista Glauco Vilas Boas, 53, e de seu filho Raoni, 25. Na reportagem, sem nenhuma base material, a revista acusa o criminoso Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, 24, Cadu, de ter ingerido ayahuasca, levando-o a cometer o crime.

De forma irresponsável e leviana, a revista acusa o uso da ayahuasca como causa do crime e passa a agredir a história dos três líderes que, aqui no Acre, fundaram religiões amazônicas, de raízes indígenas: o mestre Raimundo Irineu Serra, o mestre Daniel Pereira de Matos e mestre Gabriel.

Na tentativa de dar base científica à reportagem, a revista Veja produz um Frankenstein de intolerância religiosa, de desinformação e de preconceito com religiões amazônicas e indígenas. Em nenhum momento cita um estudo científico, com suas fontes e suas provas acadêmicas.

Quando cita a Associação Brasileira de Psiquiatria, não apresenta nenhum especialista, nenhuma fonte demonstrativa ou qualquer prova do que escreve na reportagem. Apenas apresenta a caricatura de um “bacana” com transtorno psíquico, esquizofrênico, que fumava maconha, e que tinha uma mãe e uma tia-avó também esquizofrênicas.
Não apresenta outros casos semelhantes pelo Brasil afora. São mais de 200 centros, entre União do Vegetal e Santo Daime, com mais de 30 mil seguidores. Por que o caso Glauco deveria servir de regra para uma religião que já completou mais de meio século sem um único caso de violência ou morte entre aqueles que a praticam?

Aqui no Acre, entre as igrejas do Alto Santo, Barquinha e União do Vegetal, são milhares de seguidores gozando de elevada qualidade de vida, respeitados socialmente e livres das pragas do alcoolismo e do consumo de drogas.

Aqui no Acre, entre os seguidores do Santo Daime, da UDV e da Barquinha, há juízes e promotores, jornalistas renomados, deputados e prefeitos, médicos e economistas, empresários, professores de universidades, delegados, policiais, membros de academias e de instituições laicas e respeitadas.

Homens e mulheres que estudam, acessam as bibliotecas e estão informados sobre os avanços da ciência, as curvas da economia e da política e as reportagens fantasiosas, levianas, preconceituosas, anticientíficas e mentirosas de Veja.

Milhares de jovens escaparam das grades dos presídios e até da morte porque abraçaram a religião dos entes mágicos da floresta, das ancestrais aldeias indígenas e da fraternidade de viver como irmãos nos dias de louvor, sob a simplicidade de seus hinos e do consumo ritualístico da ayahuasca.

Não há um único caso de agressão física, de violência, de distúrbio ou de morte entre os seguidores da UDV, do Santo Daime ou da Barquinha, em mais de meio século de religião, entre milhares de seguidores.

A revista Veja deturpou tudo: a história e a resistência dos líderes religiosos, o papel espiritual e social que cumpre as igrejas ayahuasqueiras, a origem indígena milenar e a longa tradição de vida saudável de seus membros. A revista Veja só não esqueceu daquilo que está lhe ficando peculiar: escrever com preconceito e leviandade. Veja sequer respeitou a história.

A ayahuasca serviu como base para o estabelecimento de diferentes tradições espirituais por comunidades indígenas nos países amazônicos desde tempos imemoriais. Os povos indígenas utilizaram a ayahuasca como um elo imaterial com o divino que estava entre as árvores, os lagos silenciosos, os igarapés. É que, para eles, a natureza possuía alma e vontade própria.

Povos indígenas do Brasil, Peru, Bolívia, Colômbia e Equador, há quatro mil anos, utilizam a ayahuasca em seus rituais sagrados, como o padre usa o vinho sacramental na Eucaristia e os indígenas bebem o peyote nas cerimônias sincréticas da Igreja Nativa Americana.

O uso ritualístico da ayahuasca é bem mais antigo que o consumo do saquê ou Ki, bebida sagrada do Xintoísmo, usada a partir de 300 a.C, feito do arroz e fermentado pela saliva feminina, sendo cuspida pelas jovens virgens em tachos.

As origens do uso da ayahuasca nos países amazônicos remontam à Pré-história. Há evidências arqueológicas através de potes e desenhos que nos levam a afirmar que o uso da ayahuasca ocorra desde 2 mil a.C.

A utilização da ayahuasca pelo homem branco é uma acolhida da espiritualidade das florestas tropicais, um banho de rio milenar e sentimental do tempo em que os povos amazônicos viviam em fraternidade econômica e religiosa.

Os ataques ao uso ritualístico-religioso da ayahuasca, como bebida sacramental, nos autoriza a afirmar que podem estar nascendo interesses menos inocentes e mais poderosos do que uma simples preocupação acadêmica com a utilização de substâncias psicoativas.

Nunca é bom esquecer que a ayahuasca é uma substância natural exclusiva das florestas tropicais dos países amazônicos e pode alimentar interesses econômicos relacionados a patentes e elevar a cobiça sobre a nossa inestimável biodiversidade.

Não custa nada ficar alerta para essa esquizofrenia da grande mídia em atacar o uso ritualístico-religioso da ayahuasca. É mais fácil roubar um pão numa padaria do que uma hóstia no altar, mesmo que os dois sejam feitos do mesmo trigo. Por que tanto interesse em dessacralizar o uso da ayahuasca?

A ayahuasca é uma combinação química simples e ao mesmo tempo complexa, que envolve um cipó e um arbusto endêmicos do imenso continente amazônico. Simples porque a sua primitiva química material da floresta é realizada por homens comuns, do pajé ao ayahuasqueiro dos templos amazônicos.

Complexa porque envolve a elevação de indicadores psico-sociais de qualidade de vida e
ajuda a atingir estados ampliados de consciência dos usuários. Isso por si só já alça a ayahuasca a um patamar superior no plano do controle científico dessas duas ervas milenares.

Assim, a ayahuasca ganha contornos políticos por envolver recursos florísticos de inestimável valor psico-social e espiritual. Os seus usuários consideram o “vinho das almas” como um instrumento físico-espiritual que favorece a limpeza interior, a introspecção, o autoconhecimento e a meditação.

Utilizar ayahuasca aqui na Amazônia é beber do próprio poço de nossa ancestralidade e da magia que representa a nossa milenar resistência. Aqui na floresta, protegidos pelos entes fortes de nossa religião animista e natural, nossos ancestrais não precisaram “miscigenar” sua fé.

Não foi necessário fazer como os negros escravos, que deram nomes de santos católicos aos seus deuses africanos. Nossos ancestrais indígenas não precisaram batizar Iemanjá de Nossa Senhora ou Oxossi de São Sebastião para se protegerem da fé unilateral do dono da terra e das almas.

É que entre nós a terra era de todos e o único dono era o senhor da chuva, do orvalho e do sol. A beleza coletiva dos recursos naturais era compartilhada por toda a aldeia, do curumim ao sábio ancião.

A ayahuasca era a essência espiritual dessa convivência material fraterna e universal entre as árvores carinhosas, os riachos irmãos, os pássaros cantores, os peixes, as larvas, os insetos, as flores. A ayahuasca ancestral era o elo entre a terra e o espírito.
Se não fosse uma erva espiritual e mágica, trazida pelas mãos milenares dos povos indígenas amazônicos, ela não teria resistido ao tempo. Por isso é natural que a ayahuasca atraia cada vez mais o homem branco, esmagado pelo destrutivo modo de vida urbano, elitista, ocidental, capitalista.

A ayahuasca não é um chá que se consome como se bebe um líquido ácido qualquer. O seu uso é espiritual e envolve aqueles que o utilizam na mais límpida tradição de amar o próximo e reencontrar os valores que perdemos na caminhada do planeta que se dividiu em castas, cores, fronteiras e etnias.

Não entrarei no debate acadêmico sobre o uso de substâncias psicoativas por parte das religiões milenares, das eras pré-colombianas aos templos dos tempos atuais. Não tenho competência para debater os pontos de vista da medicina, da psicologia ou da etnofarmacologia. Ficarei apenas com os resultados do uso milenar da ayahuasca pelos povos indígenas.

A milenar história amazônica não registra casos de morte ou de seqüelas à saúde dos povos indígena por terem utilizado a ayahuasca. Nenhum índio, nesses séculos de consumo da ayahuasca, deu entrada no hospital dos brancos ou foi curado pelos pajés.

A ayahuasca não é “taliban”, seus usuários não constituem nenhuma seita, eles não são fanáticos, não há um único caso de morte ou de castigo físico que tenha sido resultado do seu consumo ritualístico.

O uso ritualístico da ayahuasca não provoca transes místicos ou de possessão. Ela não age no organismo como a antiga bebida hindu, denominada soma, que se divinizou por afastar o sofrimento, embriagando e elevando as forças vitais.

Depois de 4 mil anos de uso sagrado e ritualístico da ayahuasca, os estudiosos da civilização ocidental erguem argumentos anêmicos e endêmicos de uma sociedade que tem medo do “contato” aberto do homem com a natureza. É que eles têm medo da relação amorosa entre o indivíduo e a natureza com os seus elementos poderosos e coletivos.

Os sábios e avançados incas utilizaram a ayahuasca para consolidar-se como povo, como nação e para ajudar no florescimento da cultura, da matemática, da agricultura e da astronomia. Não é qualquer planta ou cipó que faz um povo, uma história milenar, uma religião.

Só não puderam utilizar a sagrada ayahuasca para produzir metálicos fuzis, pois se assim fosse, não teriam sido dizimados pelos invasores espanhóis. Pizarro não consumiu o “cipó dos mortos”, por isso dizimou tantos guerreiros, mulheres índias, donzelas, pajés, curumins.

A ayahuasca resistiu, venceu os invasores e as suas crenças unilaterais, atravessou os séculos, os milênios, unificou as milenares gerações indígenas e suavizou a dor “civilizaria” das eras pós-colombianas.

A ayahuasca é a religião da terra para o céu, da matéria eterna e natural para o infinito do sonho humano, a religião natural. Uma verdadeira e única religião do Brasil, aliás, uma colossal e genuína religião amazônica e indígena.

Encerro esse ensaio com um relato da experiência física de quem fez uso ritualístico-religioso da ayahuasca:

Lembro de tudo nitidamente. Eu via seres de luz carregando lixo da floresta para dentro de uma caminhonete. Muitos seres e muito lixo. Então perguntei para um deles:
– O que é isso?
Um dos seres me respondeu:
– São as suas máscaras, você não pode ver ainda.

Moisés Diniz é autor do livro O Santo de Deus e deputado estadual pelo PCdoB do Acre.

Emily Bear: Pianista prodígio com apenas 6 anos de idade

Conheçam Emily Bear, uma menina prodígio, de apenas 6 anos de idade, que toca piano de uma forma impressionante e já compõe suas próprias músicas. Emily começou a brincar no piano desde os seus dois anos, certamente ao observar sua avó e seus irmãos tocarem também os seus instrumentos. Sua avó é pianista, sua irmã toca harpa e seu irmão violão.

No vídeo podemos ver e ouvir um pouco da arte precoce desta menininha tão linda e inteligente que nasceu, por certo, para contribuir no desenvolvimento musical do nosso mundo.

Ela diz que gosta de Mozart por que ela é um pouco como ele, e ele um pouco como ela. Acredito mesmo que ambos devem ser da mesma turma! Eu como pianista, compositor e podemos dizer “devoto” de Mozart, não pude deixar de me impressionar ao conhecer Emily Bear.

Que Deus ilumine o seu caminho para que seja muito feliz e desenvolva sua arte com plenitude.

O vídeo está em inglês.

http://www.youtube.com/watch?v=vUx4t4W4eVY

Piada: A Cebola e a Árvore de Natal


Uma família feliz está à mesa de jantar quando o filho faz uma pergunta:

– Papai, quantos tipos de seios existem?

O pai, surpreso, responde:

– Bem, meu filho, existem três tipos de seios. Aos 20 anos a mulher tem seios como melões: Firmes e redondos. Aos 30 e aos 40 eles são como pêras, ainda belos, porém um pouco caídos. . . Aos 50 os seios ficam como cebolas. . .

– Cebolas?!

– Sim. Quando você olha para eles, fica com vontade de chorar.

Depois dessa resposta, a filha é quem pergunta para a mãe:

– Mãe, quantos tipos de pênis existem?

A mãe olha para o marido e responde:

– Bem, filhinha, um homem passa por três fases distintas. Aos 20 anos o pênis é como um pé de Jacarandá, respeitável e firme. Dos 30 aos 40 anos o pênis é como um pé de Chorão, flexível mas confiável. Após os 50 anos o pênis fica como uma árvore de Natal.

– Como assim?

– Isso mesmo. Morto da raiz até a ponta e as bolas ficam penduradas como decoração! E o pior, arma só uma vez por ano. . .

phpBB – Solução Open Source para Fórum Online


phpBB é uma solução gratuita e open source para fórum online, criada em Junho de 2000, por James Atkinson, e, atualmente, é a solução de fórum mais utilizada em todo o mundo.

No momento em que escrevo essa postagem, se encontra em sua versão phpBB 3.0.1, também chamada de “Olympus”. Possui um painel de administração de fácil utilização, com uma interface bastante amigável e um processo de instalação, bastante simples, que permite que você coloque o seu fórum online em poucos minutos.

Milhões de pessoas utilizam phpBB diariamente, fazendo com que seja a solução de fórum mais popular da atualidade, dando suporte a milhares de comunidades online. Seja para manter contato entre um grupo de amigos ou para criar uma estrutura complexa de fórum para uma corporação, phpBB oferece todos os recursos necessários para fazê-lo.

Com uma grande quantidade de recursos e alta capacidade de customização, phpBB permite a configuração de comunidades de forma extremamente detalhada, sem a necessidade de editar qualquer código diretamente. Mas, pelo fato de estar sob a licença GNU (General Public License), ou seja, Open Source, usuários mais avançados poderão fazer mudanças no código, personalizando phpBB de acordo com suas necessidades.

Com uma imensa comunidade mundial trabalhando em torno de phpBB, essa solução de fórum possui um grande variedade de modificações e recursos desenvolvidos pelos usuários, centenas de pacotes de imagens e estilos visuais diferenciados, além de muita documentação em texto e vídeo. Além disso, membros da comunidade costumam responder a perguntas de suporte variadas, desde problemas com configuração até necessidades mais particulares.

Ainda não conheço outra solução de fórum tão completa quanto phpBB, considerando sua eficiência, quantidade de recursos e facilidade de uso. E o que é melhor, é GRÁTIS!

Dica: FotoSizer, Programa para Redimensionar Imagens



FotoSizer é um programa grátis, utilizado para redimensionar o tamanho de imagens digitais, em lote, de forma muito rápida e fácil.

São necessários apenas 3 passos para redimensionar um número expressivo de imagens:

  • Selecionar as fotos
  • Ajustar as opções de redimensionamento
  • Clicar no botão para iniciar o processo

Atualmente, com a popularização das câmeras digitais e do compartilhamento de imagens pela internet, esse pequeno programa pode representar uma grande economia de tempo no trato diário com imagens. Tanto no sentido de facilitar a tarefa de redimensionamento, como também no tempo de upload das imagens para os sites de compartilhamento, sendo que as imagens das câmeras digitais costumam ter mais do que 3 mega bytes de tamanho, originalmente.

FotoSizer trabalha com os formatos: .JPG, .JPEG, .PNG, .BMP, .TGA e .GIF, permitindo que você prepare rapidamente coleções de imagens para publicação na web.

Se você costuma trabalhar manipulando muitas imagens, vale a pena experimentar FotoSizer!

Espetáculo: L’Oratorio d’Aurélia


Fui assistir ao espetáculo L’Oratorio d’Aurelia (O Oratório de Aurélia), espetáculo francês, concebido em 2003 por Victoria Thierrée Chaplin e Aurélia Thierrée, mãe e filha. Victoria é uma das filhas do grande ator e comediante Charlie Chaplin, e, conseqüentemente, Aurélia é sua neta.

Não creio que o talento artístico seja algo hereditário ou que possa ter qualquer ligação com a genética, pois em minha concepção, sempre entendi que a sensibilidade tem sua origem diretamente no potencial espiritual de cada indivíduo. No entanto, também nunca aceitei a idéia de que se alguém não nasceu com talento, não poderá desenvolver-se em determinadas habilidades, e acredito firmemente que uma herança e um ambiente familiar propício, criam as condições necessárias para o desenvolvimento de grandes artistas. Creio, principalmente, que mesmo se não houver um ambiente propício, mas houver grande força de vontade, trabalho e persistência do estudante, tudo se pode aprender e desenvolver.

Pois bem, acontece que o espetáculo L’Oratorio d’Aurelia, criado e interpretado por essas duas descendentes diretas de Charlie Chaplin, é simplesmente um dos melhores espetáculos que eu já pude assistir em toda a minha vida, até o presente momento.

Com que palavras eu poderia descrevê-lo?
Mágico, Sublime, Belo, Encantador, Poético, Emocionante, Sofisticado, Delicado, Hipnotizante, Surpreendente, Misterioso, Perfeito!
Não sei…
Palavras, por mais belas que sejam, jamais poderão se igualar a força de uma experiência.

O espetáculo carrega uma surpresa após a outra, e me causou a sensação de estar virado do avesso, como se minha alma habitasse por fora do meu corpo. Como se impossível fosse haver o que seja impossível. Como se todos os sonhos acontecessem enquanto estou acordado, e a mais pura realidade fosse o sonho mais íntimo do meu coração.

Se a vida lhe der a oportunidade de assistir esse maravilhoso espetáculo, não deixe que ela lhe escape.

L’Oratorio d’Aurelia está em turnê pelo Brasil e as próximas datas e cidades serão:

21 e 22 de Junho / 2008 Brasília (DF) Teatro Nacional Cláudio Santoro
28 e 29 de Junho / 2008 Recife (PE) Teatro da UFPE
9 e 10 de Julho / 2008 Belo Horizonte (MG) Grande Teatro do Palácio das Artes
13 de Julho / 2008 Rio de Janeiro (RJ) Theatro Municipal do Rio de Janeiro
17, 18 e 19 de Julho / 2008 São José do Rio Preto (SP) Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto
25 e 26 de Julho / 2008 Fortaleza (CE) Theatro José de Alencar
3 de Agosto / 2008 Salvador (BA) Teatro Castro Alves

Transcrevo abaixo um trecho do programa do espetáculo:

/—

Num mundo às avessas, de improváveis encontros e personagens desconexos, as aparências enganam. Não há começo nem fim, apenas inúmeras peças de um quebra-cabeça visual, governadas pela estranha lógica de nossa imaginação. Assim é L’Oratorio d’Aurelia (O Oratório de Aurélia), inspirado na magia do hall music e do circo para unir sonho e mistério teatral.

O espetáculo é reinado pela ilusão. No palco, uma jovem contracena com seres humanos, e outros nem tanto, criando uma inesperada seqüência de acontecimento que surpreende o público. No poético e delicado L’Oratorio d’Aurelia, cenas se revoltam e objetos tomam vida.

O rato come o gato, as flores na jarra ficam de cabeça para baixo, as cortinas de veludo vermelho mexem-se imprevisivelmente, a protagonista veste-se diretamente no gaveteiro e tem braços e pernas desmontáveis. É uma performance divertida e imperdível, que faz sonhar espectadores de todas as idades.

L’Oratorio d’Aurelia já foi aplaudido em vários países como uma apresentação sofisticada e sublime, que cria belas imagens de ilusão e resgata elementos mágicos de teatro e circo. A extraordinária combinação de efeitos visuais, sofisticadas marionetes, dança e magia circense resulta num delicioso espetáculo.

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Vídeo: Entenda os Direitos Autorais com Creative Commons

Creative Commons disponibiliza um meio para que autores, cientistas, artistas, educadores, ou qualquer outra pessoa, possam disponibilizar seus trabalhos criativos com as licenças autorais que desejam reservar ou liberar. Você pode usar CC (Creative Commons) para mudar os termos de licença de “Todos os Reservados” para “Alguns Direitos Reservados”, ou até mesmo para “Nenhum Direito Reservado”.

Este vídeo, traduzido para o português, explica de forma didática as bases do licenciamento Creative Commons, bem como a sua utilidade no suporte à colaboração e as criações coletivas em todo o mundo. Vale a pena assistir o vídeo e divulgar Creative Commons, para que o maior número possível de pessoas esteja informada a respeito desse instrumento, que considero uma evolução de nosso novo mundo.

No Dia do Meio Ambiente, Dou um Blog de Presente


Hoje, Quinta-Feira, 05 de Junho de 2008, é o Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia. E por se tratar de uma uma data tão especial, dadas as condições ambientais que verificamos em nosso mundo atualmente, muitos blogs e websites se mobilizaram em uma ação coletiva, publicando postagens, refletindo sobre o assunto ambiental, e divulgando a mensagem ecológica através de seus veículos de internet.

E para a minha participação nesse dia, que considero tão importante para toda a humanidade, e também como minha contribuição para a questão ambiental e ecológica, criei, hoje, o blog MãeTerra.Info.

MãeTerra.Info é um blog que nasce no Dia Mundial do Meio Ambiente e tem a proposta de reunir o maior número possível de autores interessados em criar conteúdo e disseminar a mensagem ecológica e ambiental.

O blog nasceu hoje, portanto, ainda não tem visual, nem conteúdo, nem plugins, nem autores, além de mim é claro. No entanto, vou trabalhar nele um pouquinho todos os dias, e, tenho fé que se tornará uma grande referência no trabalho de desenvolvimento da consciência ecológica, para todos que falem a língua portuguesa.

O Dia Mundial do Meio Ambiente não é uma data de aniversário, mas podemos considerar como se fosse. Portanto, dou este blog de presente!

Se você se interessa pelo assunto, e quer se tornar um autor de MãeTerra.Info, me escreva um email e venha participar da construção desse projeto.

Um grande abraço!